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Tuesday, October 09, 2007

Charlie Chaplin ensinou-me a sorrir de novo...


Sei que ja aconteceu com todos nos, sobretudo amantes da musica como eu, ter uma cancao em mente durante dias, semanas. Torna-se uma verdadeira obsessao, sobretudo quando nao nos lembramos ou nao conhecemos o cantor, o titulo, quando nao temos essa cancao para ouvir e saciar assim a sede. Porque vira uma verdadeira sede, como se tivessemos a garganta sec, e ela fosse a unca bebida capaz de a acalmar... Pois bem, eu tinha uma cancao em mente. Ha ja algumas semanas, ver meses. "Smile, though your heart is aching..." A voz pareceu me ser a do Sinatra, mas tudo o que eu tinha em mente era essa frase e o ritmo da musica.


E assim passou o tempo, esqueci-me de procurar a dita cancao e fui vivendo a minha vida ate domingo passado. Fui ao circo, e qual nao eh o meu espanto quando o palhaco anuncia que vai tcar com um balao (!) a musica "Smile" do Charlie Chaplin, extracto do seu filme "Modern Times", e quando ele comeca, eu a reconheco! Eh ela! a "minha" cancao! Ontem nao tive tempo, mas hoje assim que pude, lancei-me na net a procura dela, e encontrei a letra e versoes lindas cantadas por inumeras grandes vozes do seculo XX.


E assim mergulhei no universo de Chaplin, que devo admitir conhecer de maneira muito superficial. E perseguir-se-a esta exploracao, porque este pequeno mago do riso era antes de tudo um incorrigivel poeta, um ser com uma sensibiolidade a flor da pele, e o que ele deixou como heranca para a humanidade foi uma obra onde o humor, o amor e a esperanca sao as palavras mestras. Thank you mister Chaplin!




Tuesday, November 21, 2006

GUILTY PLEASURES...








GUILTY PLEASURES. O termo é usado para designar gostos que não assumimos plenamente diante dos nossos amigos por medo do que eles possam pensar. Por exemplo, muito boa gente (como eu) gostou do primeiro album do Justin Timberlake, cantor para adolescentes saido de um boys band dos mais "cafonas", como diriam os brasileiros. E quando certos amigos viram o album no meu computador, eu disse que tinha sido a minha irmã a pô-lo. Neste momento, o meu guilty pleasure chama-se Nicole Scherzinger. Jovem cantora de 28 anos, descoberta na primeira edição de Popstars americano, ela fez parte do grupo Eden's Crush, antes de se tornar lider vocal do grupo PussyCat Dolls. Ela tem colaborado com varios cantores da cena hip hop e Soul, com o seu grupo ou em solo (Will.I.Am, Diddy, Busta Rhymes, Snoop, Avant). O seu primeiro album, sob o nome Nicole Kea, esta previsto para 2007.
Não é somenta a aparencia da jovem que faz dela um guilty pleasure, pois se assim fosse acho que 99% dos homens no planeta teriam o mesmo que eu, mas tambem a convicção que ela canta razoavelmente bem. Sim, leram bem. eu curto a voz dela, e mesmo se não é nenhuma Whitney Houston, a musica dela é feel good music, e até me surpreendeu na musica Stickwitu.
OK. Podes não acreditar em mim, pensar que eu ouço com os olhos, mas ela tem um futuro fora do grupo, e acho que ela vai durar mais do que dois ou três anos. E apenas uma opinião pessoal...
P.S.: Melody Thornton, outra jovem cantora do mesmo grupo, partilha com a sua lider, Nicole, um fisico atraente e uma voz promissora (e mais potente que a da primeira). to be continued...

Monday, November 20, 2006

John Legend


da nova geração de artistas, provavelmente um dos meus preferidos. todos os superlativos foram uti:lizados para o elogiar, todos os prémios lhe foram atribuidos, todas as criticas foram positivas sobre o trabalho dele com outros artistas (Lauryn Hill, Jay Z, Kanye West,...) ou em solo (3 milhões de discos vendidos para o primeiro album "Get Lifted"). "O novo Stevie Wonder", "a soul music cantada com a alma de novo", John Legend, apesar da curta carreira que lhe conhecemos, vive e respira musica. Alem das melodias, que são simples e eficazes, o que mais me agrada neste artista são os textos. Uma veracidade a tratar de temas que todos nos vivemos e com os quais nos identificamos... wow! Ordinary people, a minha canção preferida destes ultimos 3 anos, é um hino ao amor longe dos clichés do pôr do sol e do cavalo branco, amor perfeito no castelo com o principe e toda essa bullshit que polui a mente da juventude desde sempre. Amor é trabalho. Amor constroi-se. Amor doi. Amor cansa. Mas se no fim de tudo, ainda hà amor, é porque o Amor venceu. Até ao proximo obstaculo. So por esse som, primo, mereces todo o meu respeito.

Mas o John Legend tem tambem algo que falta a muitos cantores: sentido de humor e auto critica. As musicas I Used to Love You e Number One sao das mais engraçadas (e ao mesmo tempo tragicas) que eu ja ouvi!!! Na primeira, ele diz à dama que afinal deu conta que ele não pode ser aquele que ela espera que ele seja porque o coitado é modesto, e ela quer viver vida de estrela, tipo whitney and bobby. quanto à number one, é um individuo adultero multi recidivista a tentar convencer a mulher que desta vez é mesmo a ultima, e que ela não o pode por fora de casa porque ela não imagina os esforços que ele fazia para ela não descobrir a traição dele, e isso é a maior prova de amor... como se diria em linguagem cibernética: LOL!

anyway, eu não vou fazer a ficha biografica do artista, o que eu queria dizer é que ele é dos poucos artistas actuais a verdadeiramente mexer comigo com a sua musica, e por isso, agradeço-lhe...

para quem quer conhecer, eis o site: www.johnlegend.com